O anticristo hoje
Ninguém hoje pode afirmar que certa personalidade no campo

Político pode ser o anticristo
Ou algum religioso venha ser o falso profeta
Isto seria uma infantilidade pura especulação
Em borra o anticristo não haja se manifestado ainda,o seu espíritoDe uma forma espantosa
Ele esta preparando um cenário como um mestre tendo o maior
Cuidado para não cometer os mesmos eros que o correram no passado
Hoje nos podemos ver o seu ardil influenciando
No campo religioso e político
Hoje ele trabalha nos bastidores só se revelara de forma explícita no inicio
Da grande tribulação na Septuagésima semana (Dn9.27)
Quem estuda as profecias bíblicas pode notar que a historia
Se repete como um milagre diante dos filhos de Israel
Como que DEUS dizendo eu conduzo a historia não temas
Permaneça em minha aliança e estarás seguros
Eu fico impressionado quando leio na bíblia a historia de Israel
E vejo o Sn DEUS de Israel a divertindo o seu povo a não
Quebrar a sua aliança feita em Horebe
Deuteronômio Cap 5; 6 ;7;8
Aqui o Senhor deixa bem claro o que quer do seu povo
Se lermos Dt 8 19 20
Israel hoje se encaxa neste perfil?
Hoje Israel pode confiar em seu DEUS?
Ou esta confiando em homens?
Sua confiança esta em caros e cavaleiros
Ou esta em seu DEUS?
Minha resposta
Sinceramente eu não sei
Eu desafio sem medo de errar se DEUS não honrou e continua honrado
A sua parte no tratado
guerras sempre avera
na historia do povo de Israel e inevitável pelo ódio
influenciado por satanás
todas as vezes que Israel foi atacada se fizermos um raio x
cuidadoso nos vemos que a maior arma estratégica bélica
de Israel e a fidelidade incondicional al seu DEUS
sabendo disto o anticristo ele age com uma perícia de mestre
procurando fazer com que o povo peque e pecando infelizmente
estará vulnerável al seu ataque pos quebrou a aliança com seu
Senhor eles não podem testemunhar que o SENHOR age em
Seu favor exigindo somente a sua fidelidade todos tem que reconhecer
Em Israel um DEUS único vivo e capas de agir em favor dos seus
Quem e o anticristo?
todo inimigo de cristo = anticristo ( no grego antichristos.)
todo aquele que a si mesmo se faz Cristo ( no grego pseudochristos -Mt 24.24 )
A palavra anticristo só e mencionada na bíblia em 1 e 2 João
Quer dizer aquele que se opõe a Cristo ;ao cristianismo;aos cristãos
Ou a tudo que chama a Deus
Objetivo dele desde passadas erras e ser adorado como o filho de DEUS
O MESSIAS
O anticristo e o maior
Inimigo de Israel (Dn 7.21.25; 8.24 Ap 13.7 )
Inimigo da igreja (1Jo 2.18.22;4.3; 2 Jo7 )
As palavras vistas aqui tem o mesmo sentido
No livro de Daniel ele e visto como
1. O chifre pequeno 7.8
2. Um rei feroz 8.23-25
3. O príncipe que a de vir 9.26
4. O assolador 9.27
5. o rei que fará segundo a sua vontade 11.36
Paulo o chama na 2 epistola aos tessalonicenses 2.13
1. Homem da iniqüidade
2. Filho da perdição
3. O iníquo
João no livro do apocalipse cap 13 e 17
o descreve como a besta
( no grego " thrrion " )
A palavra besta neste capitulo 13 não e o mesmo usado nos
Capítulos 4 e 6
( lá ela e zoon o que vive )
Neste capitulo como vemos a palavra e ( “ therion “ )
Que quer dizer uma “ “ ferra “” ela e usada na literatura
Grega e helenista para indicar indicar animal perigoso
Usava também para indicar seres animalescos de natureza
Sobrenatural ou endivido de natureza bestial neste texto
João usa a palavra para descrever a figura sombria do anticristo
Comparando este capitulo 13 Vc 2
Como o capitulo 7 de Daniel
Nos iremos notar que Daniel esta olhando para o futuro
Daniel contempla os 4 impérios por sua ordem futurística
( LEÃO, URSO, LEOPARDO, FERA TERIVEL )

Dnc Cap 7 Cap 2
A NIMAL IMPERIO VISÃO ESTATUA ANO
LEÃO BABILONICO CABEÇA OURO 626 A.C
URSO MEDO-PERSA PEITO E BRAÇO PLATA 539 A.C
LEOPARDO GREGO VENTRE E GUADRIL DE BLOZE 330 A.C
A NIMAL / ROMANO / PÉS DE FERRO D BARRO 100 A.C

TERIVEL
ASUSTADOR
João contempla contempla agora esta visão cerca de 651 anos da visão de Daniel
Nos capitolos 2 e7 joão vê de forma inversa pos a João olha para o passado
( BESTA, LEOPARDO,URSO E LEÃO )
Pos o antcristo terá o brilho da Grécia o poder pesado da Pérsia todo poder
Autocrático da Babilônia
As sagradas escrituras traça um perfil do anticristo
• quanto a sua natureza segundo a eficácia de satanás (2Ts2.9)
• seu caráter será o iníquo (2Ts2.8)
• quanto a sua personalidade “um orador cativante”(Dn7.20 2Ts2.11)
• quanto a sua missão opor a DEUS (2Ts2.4)
• quanto a sua influência mundial pos governara sobre todas as nações ( Ap13.8; Dn8.24; Ap17.12)
• quanto a Israel será um grande adversário (Dn7.21.25; 8.24;Ap13.)
Ele e o maior representante do diabo
Ainda que pareça sobrenatural, ele será um ser humano como outro qualquer
Nascido de mulher ,mas será revestido de poder satânico e terá uma
Capacitação demoníaca extraordinária (Ap 13.2.4)
De modo que exercerá poderosa influência sobre toda humanidade
Ele e chamado na bíblia de a besta (Ap 13.1) homem do pecado e filho da
Perdição ( 2Ts2.3) o assolador (Dn 9.27)
Este personagem ele atuara no campo político
Ele tem como objetivo a missão de implantar o domínio de satanás
Em todo mundo afim de que o mundo seja transformado em um
Reino de trevas
O anticristo
Será um personagem detentor duma habilidade
E capacidade de operar o mal até então desconhecida .
Sua capacidade de operar o mal e afligir as pessoas só pode ser
Comparada à maldade do próprio satanás
A vários ditadores na historia como
Nero
Stalim
Hitlher
Mussolini
São comparados inofensivos diante dele
Tamanho será o seu ódio com que tratara a Israel e a humanidade
repito a inda que não podemos velo de uma forma direta objetiva nos vemos hoje o mundo trabalhando em seu favor
por ignorância ou não
estão trabalhando neste sentido
influenciados pelo espírito do anticristo
Eu separei algumas noticias recentes muito interessantes depôs nos iremos ler
1-O esforços de fortalecer o antigo império romano
hoje a união européia
2-A paz no oriente médio
( isto e importante para reconstrução do Templo (Dn9.27.) (Mt24.15) ( 2Ts 2.3-9 ) )
Pos o Templo e importante para que se cumpra a ultima semana
E hoje e impossível o templo ser construído onde tem que ser construído
3- Etabelecer uma economia fortemente sentralizada
eu separei algumas noticias que indica uma tendência para que isto
venha o correr não muito longe
Aum forte apelo tanto da China
Como dos paises do bloco do merco sul
Seguir a mesma tendência da união européia e no futuro
Todas se converter em uma única moeda
Roma dominou
O antigo império romano
O antigo imperio romanoO antigo império romanoFundado em 753 a.c. foi a cidade de Roma estendendo-se atéConquistar as mais distantes e desconhecidos reinos seu domínioIam da Europa á babilônia,englobando o norte da África e o OrienteMédioEm 66 a.c as farças romanas chegaram a Terra Santa, comandada peloGeneral Pompeu, conquistaram o território israelita e subjugaram JerusalémMostrando nenhum respeito aos de rotados Pompeu invadiu a casa de DEUSEscarneceu dos ministros do altar e profanou o Santo dos SantosO terrível animal visto por Daniel começa a exibir suas garrasJoão no cap 13 Vc 3 ele contempla uma de suas cabeças ( ‘ como “)Ferida de morte João aqui contempla uma profecia que ocorreria com oMaior império conhecido da terra quando foi aniquilado destruído quandoOdoacro rei dos herulos apoderou-se de Roma terminando assim o impérioRoman
União europeia o ressurgimento do antigo império romano
O antigo imperio romanoB) : União europeia
Estados Membros
A união européia e seu crescimento nos últimos anos O ressurgimento do imperio romano
união europeia e paises membros
: União europeia
Estados Membros
A seguinte tabela apresenta os actuais estados membros e as respectivas datas de adesão.
data de funação 9 de Maio de 1950
Países Fundadores Alemanha, Bélgica, França, Itália, Luxemburgo, Países Baixos
O Tratado de Roma
No dia 25 de Março de 1957, que institui a Comunidade Económica Europeia (CEE), cria instruções e mecanismos de tomada de decisão que permitem dar expressão tanto aos interesses nacionais como a uma visão comunitária. A Comunidade Europeia constitui doravante o eixo principal em torno do qual se vai organizar a construção europeia.
O antigo imperio romanoData de Adesão de Países membros
1973 Dinamarca, Irlanda, Reino Unido
1981 Grécia
1986 Espanha, Portugal
1995 Aústria, Finlândia, Suécia
2004 Chipre, Eslováquia, Eslovénia, Estónia, Hungria, Letónia, Lituânia, Malta, Polónia,
República Checa
2007 Bulgária e Roménia
Países Candidatos
Antiga República Jugoslava da Macedónia,
Croácia
Turquia
(fonte: europa.eu.int)
hoje a união européia está limitada ao continente europeu
mais a união européia precisa se estender para alem de suas fronteiras
e a Turquia como também outros paises do mediterrâneo
tem o desejo de entrarem como membro da união européia
E a Turquia e um pais que seus lideres tem trabalhado muito neste sentido
E acabarão sendo aceitos pos o antigo império romano dominou
Todos paises mediterrâneos estendia-se desde o
Norte da África até o Oceano Índico
E a Turquia exercia um papel fundamental no antigo império romano
Roma dominou
Todos os paises do mediterrâneos estendia-se desde o
Norte da África até o Oceano Índico
E a Turquia exercia um papel fundamental no antigo império romano
Vídeo da antigo império romanoVele assistir e depôs olhar o mapa da uniãoEuropéia
A união européia e seu crescimento nos últimos anos Todos os paises do mediterrâneos estendia-se desde o
Norte da África até o Oceano Índico
E a Turquia exercia um papel fundamental no antigo império romano
A Turquia na União Européia
Para ser membro, país passará por transformações
Roberto Candelori
Para a Folha de S. Paulo
A União Européia aprovou a abertura de negociações para o ingresso da Turquia. Para ser membro definitivo, Ancara terá que passar por profundas transformações na sua estrutura econômica, social, política e cultural. Esse processo de ajuste interno pode durar até uma década.
País muçulmano dividido entre Europa e Ásia, a Turquia conta com cerca de 70 milhões de habitantes. Ao se candidatar a uma vaga na UE, o governo turco deu início a medidas de ajuste interno. Além das reformas no plano econômico, foram incluídas mudanças na Constituição: mulheres e homens tiveram direitos equiparados, a pena de morte foi abolida e adotou-se o respeito sistemático aos direitos humanos.
Apesar do empenho, a rejeição ainda é grande. No total da população da UE, o índice de rejeição alcança 54%. Na Áustria, 73% entendem que os turcos têm padrões culturais muito distintos dos europeus. Mantidos os atuais níveis de crescimento, a Turquia terá em 2020 cerca de 85 milhões de habitantes, mais que a Alemanha, maior país do bloco. Muitos europeus receiam que, com a entrada da Turquia, a UE se torne mais vulnerável ao terror e à instabilidade geopolítica à medida que terá como vizinhos o Irã, o Iraque e a Síria.
Contudo, há quem veja fatores positivos na integração. O Reino Unido, assim como os EUA, dizem que essa aproximação entre Oriente e Ocidente pode contribuir para a ampliação do diálogo entre a Europa e o Islã, além de levar para os países do Oriente Médio os valores da democracia.
DANIEL 7
23 Disse assim: O quarto animal será o quarto reino na terra, o qual será diferente de todos os reinos; e devorará toda a terra, e a pisará aos pés, e a fará em pedaços.
24 E, quanto aos dez chifres, daquele mesmo reino se levantarão dez reis; e depois deles se levantará outro, o qual será diferente dos primeiros, e abaterá a três reis.
25 E proferirá palavras contra o Altíssimo, e destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos e a lei; e eles serão entregues na sua mão, por um tempo, e tempos, e a metade de um tempo.
Dia da Europa
No dia 9 de Maio de 1950, foi apresentada uma proposta de criação de uma Europa organizada por Robert Schuman, a qual ficou conhecida como "Declaração Schuman".
Este dia marca o começo da actual União Europeia e foi por esse motivo que na Cimeira de Milão de 1995 foi adoptado o dia 9 de Maio como o Dia da Europa.
(fonte: europa.eu.int)
Bandeira
A bandeira da Europa além de simbolizar a União Europeia representa também a unidade e a identidade da Europa.
O círculo de estrelas douradas representa a solidariedade e a harmonia entre os povos da Europa.
As estrelas são doze porque tradicionalmente este número constitui um símbolo de perfeição, plenitude e unidade.
Assim, a bandeira manter-se-á inalterada, independentemente dos futuros alargamentos da UE.
(fonte: europa.eu.int)
Hino
O hino europeu não é apenas o hino da União Europeia, mas de toda a Europa num sentido mais lato. A música é extraída da 9.ª Sinfonia de Ludwig Van Beethoven, composta em 1823.
No último andamento desta sinfonia, Beethoven pôs em música a "Ode à Alegria", que Friedrich von Schiller escreveu em 1785. O poema exprime a visão idealista de Schiller, que era partilhada por Beethoven, em que a humanidade se une pela fraternidade.
Em 1972, o Conselho da Europa (organismo que concebeu também a bandeira europeia) adoptou o "Hino à Alegria" de Beethoven para hino. Solicitou-se ao célebre maestro Herbert Von Karajan que compusesse três arranjos instrumentais - para piano, para instrumentos de sopro e para orquestra. Sem palavras, na linguagem universal da música, o hino exprime os ideais de liberdade, paz e solidariedade que constituem o estandarte da Europa.
Em 1985, foi adoptado pelos chefes de Estado e de Governo da UE como hino oficial da União Europeia. Não se pretende que substitua os hinos nacionais dos Estados?Membros, mas sim que celebre os valores por todos partilhados de unidade e diversidade.
3: Ele ira Etabelecer uma economia fortemente sentralizada
O euro
(€) é a moeda oficial de 16 dos 27 países da União Europeia. O euro existe na forma de notas e moedas desde 1 de Janeiro de 2002, e como moeda escritural desde 1 de Janeiro de 1999.
O código do euro, de acordo com a norma ISO 4217, é "EUR
Lula: após Unasul, região caminha para ter moeda única
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em seu programa semanal de rádio, Café com o Presidente, analisou a criação da União das Nações Sul-Americanas (Unasul), que nasceu no primeiro encontro, na semana passada em Brasília, com a presença de 12 representantes de países da América do Sul, e disse que "na verdade, muita coisa ainda não se concretizou". "Nós agora estamos criando o Banco da América do Sul. Nós vamos caminhar para, no futuro, termos um banco central único, para ter moeda única
China quer nova moeda para substituir dólar
Proposta será apresentada oficialmente na semana que vem em Londres, na reunião do G20, o grupo das 20 maiores economias do mundo.
A proposta chinesa será apresentada oficialmente na semana que vem em Londres, na reunião do G20, o grupo das 20 maiores economias do mundo. A intenção é criar uma moeda única mundial para as transações internacionais. Além disso, seriam criados títulos baseados em 185 moedas mundiais
PRESIDENTE DO PERU PEDE MOEDA ÚNICA NA AMÉRICA DO SUL
Quito, 15 jan (EFE).- O presidente do Peru, Alan García, pediu hoje em Quito a adoção de uma moeda única na América do Sul, que, a seu critério, poderia ser o "peso sul-americano".
García, que chegou hoje a Quito para a cerimônia de posse do novo presidente do Equador, Rafael Correa, indicou que "não pode haver uma revolução sem moeda".
2:A paz no oriente médio
Hoje vemos um esforço mundial crescente alimentado hoje pelo conflito
Entre judeus e palestinos servindo como uma propaganda anti-semita
Onde Israel e visto diante do mundo como vilão sendo acusada de genocídio
Levando judeus e palestinos afazerem um acordo de paz
Muitas nações inclusive o nosso se manifestou contra este conflito
E pedirão agilidade num fechamento de um acordo de paz
com certeza o espírito do anticristo esta
Trabalhando
Antes de ser acusado de anti-semita
Ou qualquer coisa semelhante eu peso que tenham o bom
Senso e pense um pouco e vejam como
O espírito do anticristo esta preparando um cenário propício
A fim de atacar a Israel com o apoio do maior
Numero possível de nações
Vamos ler com atenção
(Dn 7.21.25; 8.24 Ap 13.7 )
E muito importante termos a consciência disto e como ministros
Não sermos negligentes naquilo que esta diante do nossos olhos
Pos
Um profeta
• não diz o que quer
• não diz o que e conveniente
• não se cala diante do engano
Qual seria a atitude de Jeremias hoje como profeta
DANIEL 9
27 E ele firmará aliança com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até à consumação; e o que está determinado será derramado sobre o assolador.
17/01/09 - 15h37 - Atualizado em 17/01/09 - 19h50
Milhares de pessoas marcham em Roma contra ofensiva de Israel
ROMA (Reuters) - Milhares de pessoas carregando bandeiras da Palestina marcharam em Roma neste sábado em protesto contra a ofensiva de Israel em Gaza.
Alguns manifestantes seguravam cartazes com a suástica nazista sobreposta à Estrela de Davi.
Outros carregavam grandes imagens de crianças palestinas mortas desde que Israel começou os ataques aéreos na Faixa de Gaza, em 27 de dezembro. Uma semana depois, tropas terrestres investiram no conflito.
Um cartaz maior com os dizeres "Vida, terra e liberdade para o povo palestino" conduzia a manifestação em Roma.
Outro protesto pela paz em Gaza aconteceu em Assis, cidade na região central da Itália onde nasceu São Francisco.
O Vaticano, entretanto, anunciou que o papa Bento 16 enviou uma quantidade não-especificada de dinheiro dos próprios fundos de caridade para ajudar a pequena população católica em Gaza.
11/01/09 - 18h38 - Atualizado em 11/01/09 - 18h40
11/01/09 - 20h53 - Atualizado em 11/01/09 - 20h55
Manifesto contra conflito em Gaza reúne 5 mil em SP
Os protestos contra as ações militares de Israel na Faixa de Gaza chegaram a São Paulo. Cerca de cinco mil pessoas realizaram no início da tarde de hoje, na capital paulista, manifestação em defesa da paz. A passeata começou no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp), na avenida Paulista, e terminou no Obelisco do Parque do Ibirapuera.
O carro de som que abria a passeata exibia uma faixa com a Estrela de Davi, símbolo do judaísmo, ao lado de uma suástica nazista. Os manifestantes portavam faixas com pedidos de paz e de providências da ONU para pôr fim ao conflito.
No percurso de quase três quilômetros, os participantes gritaram palavras de ordem contra o Estado israelense. A manifestação, apoiada por cerca de 100 entidades brasileiras, foi convocada pelo Comitê de Solidariedade ao Povo Palestino, formado por centrais sindicais, partidos políticos (PT, PCdoB, PCB, P-SOL, PSTU), entidades civis como a União Nacional de Estudantes (UNE) e o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), além de entidades árabes e islâmicas brasileiras, como a União Nacional de Entidades Islâmicas, a União dos Estudantes Muçulmanos no Brasil, a Federação das Associações Muçulmanas do Brasil, e a Sociedade Beneficente Muçulmana de São Paulo.
Conflito em Gaza leva milhares às ruas na Europa
MADRI, 11 Jan 2009 (AFP) - O conflito entre israelenses e palestinos na Faixa de Gaza levou milhares de pessoas às ruas neste domingo em várias cidades da Europa, além de passeatas em Hong Kong, na Indonésia e no Paquistão.
Na capital espanhola, cerca de 250 mil pessoas, segundo os organizadores, participaram de uma passeata para denunciar o "genocídio" promovido por Israel na Faixa de Gaza e para pedir paz na região.
O protesto terminou em incidente quando cerca de 500 manifestantes lançaram pedras contra a embaixada de Israel, o que exigiu a intervenção da polícia de choque, segundo o site do jornal El Mundo.
"Fim ao genocídio na Palestina", diziam em grandes cartazes os manifestantes em Madri, entre eles autoridades nacionais de esquerda, membros de sindicatos e representantes da cultura.
Em Bruxelas, milhares de pessoas foram às ruas esta tarde, convocadas por partidos políticos, sindicatos e associações, para pedir o fim dos massacres e uma reação mais firme da União Européia (UE).
Em Bregenz (Áustria), cerca de 4.000 pessoas, segundo organizadores, desfilaram pela cidade e, em Atenas, mais de 200 palestinos protestaram atrás de várias crianças com fotos de jovens palestinos vítimas dos bombardeios israelenses em Gaza.
Em várias cidades da Europa também foram realizadas manifestações de apoio a Israel. Em Londres, entre 4.000 pessoas, segundo a polícia, e 20.000, segundo os organizadores, se reuniram convocados por organizações judaicas para denunciar o Hamas, solidarizar-se com Israel e apoiar a paz duradoura.
Na Alemanha, mais de 3.500 pessoas, segundo a polícia, se manifestaram em Munique, Frankfurt e Berlim.
Em Munique (sul do país), cerca de 1.500 pessoas se reuniram convocadas pelo Conselho Central dos Judeus da Alemanha.
"A única responsabilidade pelas vítimas de ambas as partes é do Hamas", disse sua presidente, Charlotte Knobloch.
Em Frakfurt, participaram entre 1.000 e 1.500 pessoas e cerca de cem contra os palestinos. Em Berlim, mil pessoas foram às ruas.
Em Praga, na República Tcheca, os manifestantes eram pró-israelenses.
Em Roma, mil pessoas convocadas por associações pacifistas formaram uma corrente humana pela paz entre o antigo gueto judeu e a sede da delegação da Autoridade Palestina. Além disso, 3.000 pessoas se reuniram em Nápoles e 2.000 em Verona (norte) a favor dos palestinos.
Fora da Europa, mais de mil manifestantes saíram às ruas de Hong Kong para pedir o fim da operação militar. Na Indonésia, ao menos 20 mil muçulmanos se manifestaram na capital. No Paquistão, foram registradas várias passeatas contra os israelenses.
A ofensiva israelense lançada em 27 de dezembro na Faixa de Gaza já custou a vida de mais de 900 palestinos, incluindo centenas de crianças, e deixou quase 3.500 feridos, segundo os serviços de urgência palestinos.
O vice-ministro israelense da Defesa, Matan Vilna¯, disse neste domingo que o fim da ofensiva israelense na Faixa de Gaza está próximo.
Pouco antes, na abertura do conselho de ministros, o primeiro-ministro israelense, Ehud Olmert, afirmou que a ofensiva israelense na Faixa de Gaza está se aproximando de seus objetivos, mas continuará.
"Israel está se aproximando de seus objetivos, mas é preciso mais paciência e determinação para alcançar estes objetivos e mudar a situação em termos de segurança no sul, para que seus cidadãos vivam em segurança durante um longo período", declarou Olmert.
12/01/09 - 16h04 - Atualizado em 12/01/09 - 16h05
Arábia Saudita qualifica de "genocídio racista" ataque israelense sobre Gaza
Riad, 12 jan (EFE).- A Arábia Saudita acusou hoje Israel de cometer "um genocídio racista" contra os palestinos da Faixa de Gaza, a crítica mais dura do reino árabe à agressão israelense sobre o território palestino desde seu início, em 27 de dezembro.
Segundo a agência de notícias estatal saudita "SPA", o ministro da Informação da Arábia Saudita, Iyad Madani, disse, em comunicado, que "a guerra genocida lançada por Israel contra o povo palestino de Gaza retirou dos líderes israelenses sua humanidade e colocou suas políticas à altura de políticas genocidas racistas".
Madani fez estas declarações após uma reunião hoje do Governo saudita em Riad, que foi presidida pelo rei Abdullah bin Abdelaziz, que informou os ministros sobre o resultado dos contatos e consultas que realizou com líderes mundiais sobre a crise na Faixa de Gaza.
"A situação humana no local precisa de uma intervenção internacional crucial para colocar fim a esta tragédia, e para que Israel dê uma resposta à resolução do Conselho de Segurança da ONU sobre um cessar-fogo", disse Madani.
O Conselho de Segurança da ONU aprovou na quinta-feira passada uma resolução, com a abstenção dos EUA, que pediu um cessar-fogo na Faixa de Gaza.
Tanto o grupo islâmico palestino Hamas, que controla a Faixa de Gaza, quanto Israel rejeitaram o cessar-fogo. EFE
29/01/09 - 23h23 - Atualizado em 29/01/09 - 23h25
Fidel acusa Obama de "compartilhar do genocídio contra os palestinos"
Havana, 30 jan (EFE).- O ex-presidente de Cuba Fidel Castro acusou hoje o novo chefe de Estado americano, Barack Obama, de "compartilhar do genocídio contra os palestinos", de ser "soberbo" e de ser "abusivo" por não devolver a Havana a base naval de Guantánamo.
Em um novo artigo da série "Reflexões", o líder cubano diz que Obama e seu vice, Joe Biden, decidiram "apoiar decididamente a relação entre Estados Unidos e Israel, e consideram que o incontrovertível compromisso no Oriente Médio deve ser a segurança de Israel".
"Os Estados Unidos nunca se distanciarão de Israel, e seu presidente e vice-presidente 'acreditam decididamente no direito de Israel a proteger seus cidadãos'", escreveu Fidel, citando declarações oficiais dos EUA.
"É a maneira de compartilhar do genocídio contra os palestinos em que nosso amigo Obama caiu", conclui o ex-presidente de Cuba, que em seu artigo anterior havia demonstrado certa confiança no novo ocupante da Casa Branca.
Sobre Cuba, o artigo de Fidel, intitulado "Decifrando o pensamento do novo presidente dos Estados Unidos", diz que "não é demasiadamente difícil", já que "o caráter abusivo do poder do império" não mudou.
"Após sua posse, Barack Obama declarou que a devolução do território ocupado pela base naval de Guantánamo a seu legítimo dono deveria ser contrabalançada, primeiramente, com o menor comprometimento ou não da capacidade defensiva dos Estados Unidos", diz o texto do líder cubano.
Obama, segundo Fidel, dizia ainda que, para devolver a base a Cuba, "deveria considerar sob que concessões a parte cubana aceitaria essa solução, o qual equivale à exigência de uma mudança em seu sistema político, um preço contra o qual Cuba lutou durante meio século".
"Manter uma base militar em Cuba contra a vontade de nosso povo viola os mais elementares princípios do direito internacional. É uma faculdade do presidente dos Estados Unidos acatar essa norma sem condição alguma. Não respeitá-la constitui um ato de soberba e um abuso de seu imenso poder contra um pequeno país", acrescenta o artigo.
Fidel afirma ainda que o novo presidente americano está oferecendo "adoçantes similares" à Rússia, à China, à Europa, à América Latina e ao resto do mundo. EFE
09/11/2006 - 14h50m - Atualizado em 09/11/2006 - 14h55m
PARLAMENTO JORDANIANO ACUSA ISRAEL DE COMETER GENOCÍDIO EM GAZA
Amã, 9 nov (EFE) - A câmara baixa do Parlamento jordaniano condenou hoje o assassinato de pelo menos 18 civis pelo Exército israelense na Faixa de Gaza, e qualificou o ocorrido na quarta-feira de "sujo crime com categoria de genocídio".
"A Câmara pede à comunidade internacional que condene este sujo crime com categoria de genocídio contra toda a humanidade", afirma um comunicado do Parlamento jordaniano.
A nota acrescenta que "o assassinato de crianças, mulheres e idosos e a destruição de infra-estrutura revela a falsidade da democracia dos governantes de Tel Aviv".
"Em um momento onde homens dos países árabes e do mundo se esforçam para acabar com a violência na região, Israel continua com seu terrorismo e seu banho de sangue a um nível sem precedentes no mundo", conclui o comunicado.
Pelo menos 18 pessoas, a maioria mulheres e crianças e da mesma família, morreram na quarta-feira quando pelo menos dois projéteis israelenses atingiram suas casas enquanto dormiam, em um incidente que o Exército israelense qualificou de "trágico erro". EFE
11/01/09 - 14h29 - Atualizado em 11/01/09 - 14h30
Argélia e Irã pedem interrupção de "genocídio" na Faixa de Gaza
Argel, 11 jan (EFE).- O presidente da Argélia, Abdelaziz Bouteflika, e o vice-presidente do Irã, Hossein Dahkane, pediram hoje a interrupção do "genocídio" contra os habitantes da Faixa de Gaza.
Este apelo foi feito após uma reunião entre Bouteflika e Dahkane, que visita Argélia.
Em declaração à imprensa após a entrevista, o vice-presidente iraniano disse que este "genocídio" é o resultado de uma "política israelense selvagem" na Faixa de Gaza.
Ele acrescentou que conversou com o chefe do Estado argelino sobre as formas que permitam chegar ajuda humanitária e médica para Gaza, assim como sobre os planos que estão sendo tomados ao mais alto nível do mundo islâmico e árabe.
Bouteflika e Dahkane destacaram a necessidade de mobilizar as instâncias internacionais para a realização destes objetivos. EFE
16/01/09 - 16h20 - Atualizado em 16/01/09 - 16h20
Conflito em Gaza expõe divisões na Liga Árabe
Bloco mais alinhado com os Estados Unidos recebe críticas de outros países árabes.
Da BBC
O conflito na Faixa de Gaza expõe uma realidade dura para os líderes árabes. na opínião de analistas, há dois blocos rivais na Liga Árabe que não se entendem quanto ao conflito no território palestino.
O primeiro bloco, segundo especialistas, seria formado por Egito, Arábia Saudita, Jordânia e Marrocos. O grupo é mais alinhado com os Estados Unidos e outros países ocidentais. Dois deles, Jordânia e Egito, mantêm relações diplomáticas com Israel.
O segundo bloco agregaria Catar, Líbia, Síria e Sudão, que contam com forte apoio e boas relações com Irã e Turquia.
Desde o início do conflito entre o Hamas e Israel em Gaza, em 27 de dezembro, os países árabes vêm falhando em adotar uma política única em relação à ofensiva militar israelense.
Protestos
Protestos no mundo árabe tentaram pressionar os governos da região para que se unissem em socorro aos palestinos de Gaza.
Governos árabes foram acusados pelo grupo palestino Hamas, o grupo xiita libanês Hezbollah, a Síria e o Irã de permanecer inertes frente à situação em Gaza.
O Egito e a Arábia Saudita vêm sendo os alvos principais de críticas - os egípcios principalmente por terem se recusado a abrir sua fronteira com Gaza.
O governo egípcio também foi acusado pelo Hamas de cumplicidade com Israel e também de favorecer o grupo rival do Fatah, do presidente Mahmoud Abbas, que controla a Autoridade Palestina.
Mortos e feridos
Após 21 dias de conflito, pelo menos 1.105 palestinos já morreram e outros 5,1 mil ficaram feridos em Gaza - de acordo com fontes médicas locais.
Israel diz que 13 israelenses morreram - três deles civis - e 233 militares ficaram feridos em confrontos com militantes palestinos.
Na semana passada, uma resolução do Conselho de Segurança da ONU exigiu um imediato cessar-fogo, mas foi ignorado pelos dois lados.
Israel exige que o Hamas pare de lançar foguetes contra o sul do país e que seja impedido de se rearmar.
O grupo palestino só aceita um cessar-fogo se as tropas israelenses desocuparem Gaza e se as fronteiras forem abertas.
Guerra Fria árabe
O comentarista e analista político Abdel Bari Atwan, editor-chefe do jornal Al-Quds Al-Arabi, baseado em Londres, comentou em emissoras de televisão que há uma Guerra Fria árabe em andamento.
"Temos dois blocos que lutam entre si para ver quem prevalecerá na diplomacia e resolverá o conflito em Gaza", disse Atwan. "Enquanto isso, centenas de palestinos morrem."
O analista acusou os governos árabes de não usarem sua influência política e suas economias como arma para forçar Israel a parar a ofensiva em Gaza.
Em editorial, o jornal The Daily Star, de Beirute, disse que a inércia em realizar ou não um encontro de países árabes para discutir Gaza é, na verdade, uma disputa por "liderança".
"Por anos, a Liga Árabe vem sendo uma arena para disputas de poder, desentendimentos internos e vaidades pessoais", afirma o diário. "Enquanto isso continua, cerca de 1,5 milhão de palestinos são submetidos às atrocidades de uma das máquinas militares mais avançadas e mortíferas do mundo."
Resolução
A Liga Árabe se reuniu nesta sexta-feira em Doha, capital do Catar, para uma reunião emergencial com o objetivo de chegar a uma resolução unificada em relação a Gaza.
Mas Egito, Arábia Saudita e Jordânia boicotaram o encontro, o que diminui o impacto de uma resolução que venha a ser aprovada.
O professor Hilal Khashan, diretor do Departamento de Ciência Política da Universidade Americana de Beirute, diz que o bloco formado por Catar, Síria, Sudão e Líbia não é visto com bons olhos pelos egípcios e sauditas.
"São países que têm boas relações com o Irã, país que é acusado de financiar grupos como Hezbollah e Hamas e tido como uma ameaça a seus regimes", disse Khashan à BBC Brasil.
Para o cientista político, dois blocos na Liga Árabe impedem que haja uma posição mais firme e unificada quanto a Gaza.
Diplomacia
Outra questão polêmica é a intensa diplomacia praticada pelo Catar. Segundo o professor de Ciência Política da Universidade Libanesa, Fares Ishtay, o pequeno país do Golfo Pérsico vem adotando uma política externa agressiva nos últimos anos.
De acordo com Ishtay, o Catar conseguiu intermediar com sucesso uma crise política no Líbano que se arrastava por um ano e meio, e isso teria rendido credibilidade para o emirado e despertado "inveja" em outros países.
"Egito e Arábia Saudita falharam em resolver a crise libanesa por se aliarem a um dos lados e se colocarem contra Hezbollah e Síria", disse Ishtay à BBC Brasil. "Enquanto isso, o pequeno Catar se sobressaiu, causando um atrito interno na Liga Árabe."
A crise em Gaza, segundo o cientista político, está submetida ao mesmo cenário dentro do mundo árabe.
"Egípcios e sauditas jamais perdoaram o Catar, e por extensão a Síria, por manter relações com o Irã", avalia Ishtay.
Para o analista, a questão é mais ampla e trata de um conflito em que o Irã está diretamente envolvido, e a Síria tem uma grande responsabilidade.
"Claramente, o Irã dividiu a Liga Árabe, e colocou Síria e Catar em rota de colisão com Arábia Saudita e Egito", afirma.
Ishtay enfatiza que, enquanto esses dois blocos não se unificarem e deixarem de lado suas diferenças, Israel e os Estados Unidos continuarão impondo suas políticas na região
Ele tem um objetivo sua missão é
Realizar aquilo que o diabo desejou desde que foi expulso do céu
Colocar o diabo no lugar de DEUS, afim de receber adoração que e exclusiva au criador (Is 14.12-14)
Para isto contara com o auxilio do
Falso profeta
Este também será revestido do mesmo poder demoníaco (Ap 13.12)
Assim estará formada a trindade satânica
1. satanás o ant DEUS
2. a besta ou anticristo o ant FILHO
3. o falso profeta o ant ESPIRITO
Hoje nos vemos o mundo caminhando principalmente a igreja
Como Israel se evolvendo em um movimento da nova era chamado
Ecumênico isto pode ate parecer bom mais não e nocivo e perigoso
Pos e um movimento que prepara o mundo para o falso profeta atuar
Uma nova religião
O anticristo juntamente com o falso profeta estabelecera uma nova
Religião onde satanás será reverenciado isto hoje nos já podemos ver
Mais esta nova religião será estabelecida com dimensões globais onde todos habitantes da terá só poderam comprar e vender estiver submisso a ela (Ap 13.17-18) recebendo a marca da besta o sinal visível da sua
Conversão
A marca da besta
Seria possível hoje esta profecia se cumprir
A motorola
Que produz os microchips para o smartcard modex
Já tem desenvolvido vários bio-chip implantáveis em seres humanos o chip bt952000 foi projetado pelo Dt Carlos
Sanders que foi orientado em 17 reuniões da nova ordem mundial a desenvolver o dispositivo para uso global em
Seres humanos para fins econômicos e de identificação pessoal
O bio-chip mede 7mm de comprimento e 0.75mm largura
Mais Ou menos o tamanho de um caroço de arroz ele contem um dispositivo chamado de trasponder e uma bateria de lithium abateria e carregada por um circuito
Integrado termal que produz voltagem de flutuação térmica
Na temperatura do corpo. Eles gastarão 1.5 milhões de dólares estudando onde colocar o chip no corpo humano
Eles descobriu somente 2 lugares adequados e eficientes
Adivinha onde foi e incrível mais e apura verdade
Na testa logo abaixo da linha do cabelo e a parte de trás da mão especificamente a mão direita
APOCALIPSE 13
16 E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos,
lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas,
17 Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome.
18 Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis.
O Dr Sanders estava contra o uso da bateria de de lithium porque sabia que se ela estourasse o lithium ( ploduto químico ) causaria uma ulcera maligna
(a bolha da pele)que causaria muita agonia ao possuidor
APOCALIPSE 16
2 E foi o primeiro, e derramou a sua taça sobre a terra, e fez-se uma chaga má e maligna nos homens que tinham o sinal da besta e que adoravam a sua imagem.
Depois que o Dr Sanders deixou o projeto ele conheceu as escrituras proféticas na bíblia referente a marca da besta quando ele leu e viu o que ali estava narrado ele se converteu al cristianismo hoje ele conduz palestra e seminários neste assunt


Vçs lembram
guandu os judeus
clamarão
70 semanas
são 70 x 7 anos, ou
490 anos. Esse
período é dividido em
três partes, 7
semanas, ou 49 anos,
62 semanas, ou 434
anos, e uma semana,
ou sete anos. Vamos
começar. Setenta
semanas estão
determinadas sobre o
teu povo, e sobre a
tua santa cidade, para
cessar a
transgressão, e para
dar fim aos pecados,
e para expiar a
iniqüidade, e trazer a
justiça eterna, e selar
a visão e a profecia, e
para ungir o
Santíssimo (lugar)
(9.24). Essas 6 coisas
seriam alcançadas
para o povo de Daniel
(Israel) e para sua
Santa Cidade
(Jerusalém) durante
um período
específico de 490
anos. Eu inseri a
palavra “lugar” após
Santíssimo, no final
do verso, para
esclarecer o fato de
que isso se refere ao
Templo Judeu em
Jerusalém. Sabe e
entende: desde a
saída da ordem para
restaurar, e para
edificar a Jerusalém,
até ao Messias, o
Príncipe, haverá sete
semanas, e sessenta
e duas semanas; as
ruas e o muro se
reedificarão, mas em
tempos angustiosos
(9.25). Eis uma
profecia clara sobre a
cronologia da
Primeira Vinda.
Quando esta
mensagem foi dada a
Daniel pelo anjo
Gabriel, Jerusalém
tinha estado em
ruínas por quase 70
anos e o Judeus
estavam cativos em
Babilônia. Contando
para a frente por 62 +
7 períodos de 7 anos
cada, de um futuro
decreto dando aos
judeus a permissão
para a restaurar e
reconstruir
Jerusalém, eles
deveriam esperar o
Messias. Isso dá um
total de 483 anos.
Aqui é importante
distinguir o decreto
que libertou os
judeus de seu
cativeiro daquele que
lhes deu permissão
para reconstruir
Jerusalém. •
Entendendo A
profecia inicia a
contagem de tempo
quando é dito que a
ordem para
reconstruir a cidade
de Jerusalém fosse
decretada. O estudo
da história e
arqueologia bíblica
comprova que ouve 3
decretos
significativos para
restauração de
Jerusalém: • Cyrus
em 538-537 a.C. •
Darius ao redor de
519 a.C. • Artaxerxes I
no ano 457 a.C.
Restauração da
cidade de Jerusalém
(457 a.C.) No ano de
457 a.C. o rei persa
Artaxerxes emite um
decreto definitivo
para restaurar a
cidade de Jerusalém.
Desde a sua
destruição no ano de
537 a.C., outros dois
reis persas já haviam
emitidos outros dois
decretos (Cyrus em
538-537 a.C. e Darius
ao redor de 519 a.C.),
porém, somente o
terceiro decreto, dado
por Artaxerxes teve
força suficiente para
restaurar toda a
cidade. Existe um
grande debate entre
teólogos e
historiadores a
respeito do decreto
ter sido realmente
emitido no ano de 457
a.C ou 458 a.C.
Alguns dizem 457,
outros dizem 458,
dependendo de que
tipo de calendário
que os judeus
usavam. Mas em
1970, com a
publicação do livro
The Cronology of
Ezra 7, escrito por
Horn e Wood, os
autores provaram,
usando inúmeros
textos antigos, que
os judeus usavam um
calendário de outono
a outono para contar
os ano do reino de
Artaxerxes,
determinando que o
sétimo ano de seu
reinado foi em 457
a.C. Após esse
estudo, não sobraram
muitas dúvidas
quanto a esta data.
Sobre tal debate
podemos acrescentar
a seguinte
informação: Encontra
- se registrado no
livro de neemias cap
2 a partir do vs 1, uma
conversa entra o
profeta com o rei
Artaxerxes na data do
vigésimo ano de seu
reinado. A conclusão
da referida reunião
que encontra -se no
vs 8, foi a autorização
para Neemias
reconstruir a cidade
de seus
antepassados.
Portanto subtraindo
duas décadas da data
do início do reinado
de Artaxerxes - a
saber 474 a.C. -
encontramos a data
de 454 a.C. que
efetivamente foi a
data em que o rei
autorizou a
reconstrução de
Jerusalém. Outra
evidência que nos
auxilia na obtenção
dessa data fora
registrada em
neemias cap 5 vs 14
onde lemos que o rei
transformou Neemias
no governador de
Judá no vigésimo de
seu reinado. A cópia
do seu decreto pode
ser encontrada nas
Sagradas Escrituras
(Bíblia), mais
precisamente no livro
de Esdras (Antigo
Testamento), capítulo
7 e versículos 11 a 28.
Diz assim o relato
bíblico: Esta é a cópia
da carta que o rei
Artaxerxes deu ao
sacerdote Esdras, o
escriba das palavras,
dos mandamentos e
dos estatutos do
SENHOR sobre Israel:
Artaxerxes, rei dos
reis, ao sacerdote
Esdras, escriba da Lei
do Deus do céu: Paz
perfeita! Por mim se
decreta que, no meu
reino, todo aquele do
povo de israel e do
seus sacerdotes e
levitas que quiser ir
contigo a Jerusalém,
vá. Porquanto és
mandado da parte do
rei e dos seus sete
conselheiros para
fazeres inquirição a
respeito de Judá e de
Jerusalém, segundo a
Lei do teu Deus, a
qual está na tua mão;
e para levares a prata
e o ouro que o rei e
os seus conselheiros,
espontaneamente,
ofereceram ao Deus
de Israel, cuja
habitação está em
Jerusalém, bem assim
a prata e o ouro que
achares em toda a
província da
Babilônia, com as
ofertas voluntãrias do
povo e dos
sacerdotes,
oferecidas,
espontaneamente,
para a casa de seu
Deus, a qual está em
Jerusalém. Portanto,
diligentemente
comprarás com este
dinheiro novilhos, e
carneiros, e
cordeiros, e as suas
ofertas de manjares, e
as suas libações e as
oferecerás sobre o
altar da casa do teu
Deus, a qual está em
Jerusalém. Também o
que a ti e a teus
irmãos bem parecer
fazerdes do resto da
prata e do ouro,
fazeio-o, segundo a
vontade do vosso
Deus. E os utensílios
que te foram dados
para o serviço da
casa do teu Deus,
restitui-os perante o
Deus de Jerusalém. E
tudo mais que for
necessário para a
casa de teu Deus, que
te convenha dar,
restitui-os perante o
Deus de Jerusalém. E
tudo mais que for
necessário para a
casa de teu Deus, que
te convenha dar,
dá-lo-ás da casa dos
tesouros do rei. Eu
mesmo, o rei
Artaxerxes, decreto a
todos os tesoureiros
que estão dalém do
Eufrates: tudo quanto
vos pedir o
sacerdotes Esdras,
escriba da Lei do
Deus do céu,
pontualmente se lhe
faça; até cem talentos
de prata, até cem
coros de trigo, até
cem batos de vinho,
até cem batos de
azeite e sal à vontade.
Tudo quanto se
ordenar, segundo o
mandado de Deus do
céu, exatamente se
faça para a casa do
Deus do céu; pois
para que haveria
grande ira sobre o
reino do rei e de seus
filhos? Também vos
fazemos saber,
acerca de todos os
sacerdotes e levitas,
cantores, porteiros,
de todos os que
servem nesta Casa de
Deus, que não será
lícito impor-lhes nem
direitos, nem
impostos, nem
pedágios. Tu, Esdras,
segundo a sabedoria
do teu Deus, que
possuis, nomeia
magistrados e juízes
que julguem a todo o
povo que está dalém
do Eufrates, a todos
os que sabem as leis
de teu Deus, e ao que
não as sabe, que lhes
façam saber. Todo
aquele que não
observar a lei do teu
Deus e a lei do rei,
seja condenado ou à
morte, o ao desterro,
ou à confiscação de
bens, ou à prisão.
(Esdras 7:11:26 - de
Almeida, 1 A
INTERPRETAÇÃO - As
70 semanas são 490
anos,
considerando-se
tratar-se de semanas
de anos ("setenta
setes") e não
semanas de dias.
Esses 490 anos estão
divididos em dois
períodos: d. o
primeiro período é de
69 semanas, igual a
483 anos ou 173.880
dias, considerado
ano profético de 360
dias (69 x 7 x 360).
Esse período - que é
o marco inicial das 70
semanas - inicia-se
com a "saída da
ordem para restaurar
e para edificar
Jerusalém" (Daniel
9.25), e teve seu
cumprimento em
Neemias 2.1-8 (Ano
vigésimo do
Artaxerxes, mês de
nisã). Esse período
termina com a
manifestação do
Messias como
Príncipe de Israel
(Lucas 19.28-40;
Zacarias 9.9) Este
primeiro período de
69 semanas é
dividido em duas
partes na profecia:
uma de sete semanas
(49 anos), e outra de
62 semanas (434
anos). Logo após
esse primeiro período
de 69 semanas, o
"Messias foi tirado"
(morto) e a cidade
santa destruída: a
morte de Jesus na
cruz ( Lucas 23.46) e a
destruição de
Jerusalém no ano 70
d.C.). e. entre o
primeiro e segundo
período, existe uma
lacuna profética, um
intervalo. É um tempo
de duração indefinida
quanto à quantidade
de semanas/anos.
Esse intervalo se
prolongará até o
arrebatamento da
Igreja e o
consequente
aparecimento do
anticristo, quando
terá início a última
semana da profecia, a
septuagésima
semana. f. o segundo
e último período da
profecia, a tão
conhecida
SEPTUAGÉSIMA
SEMANA DE DANIEL,
iniciar-se-á com o
surgimento do
anticristo, "o príncipe
que há de vir" (Daniel
9.26, Ap 6.2), e
terminará com a volta
do Messias, com
poder e glória, para
Seu reinado milenar
(Ap 20.1-6). Esta
semana, ou sete
anos, será dividida
em dois períodos
distintos de três anos
e meio, ou 1260 dias,
ou 42 meses. O
anticristo fará uma
aliança com Israel por
todo o período de
sete anos, mas na
metade desse tempo
quebrará o acordo e
fará cessar a
adoração a Deus
(Daniel 9.27; Ap 11.2;
12.6; 12.14; 13.5).
Observações: 1) As
70 semanas que
estão determinadas
têm os seguintes
propósitos (Daniel
9.24): g. extinguir a
transgressão h. dar
fim aos pecados i.
expiar a iniquidade j.
trazer a justiça eterna
k. sela a visão e a
profecia l. ungir o
Santo dos santos 2)
As 69 semanas
(173.880 dias)
contadas "desde a
saída da ordem para
restaurar e edificar
Jerusalém", em
14.3.445 a.C. (veja
obs. n. 8, abaixo),
findam exatamente no
dia 6 de abril de 32
d.C., dia da entrada
triunfal de Jesus em
Jerusalém. Vejamos
os cálculos feitos por
Alva J. Mc Clain
(cálculo dos dias
decorridos entre
14.3.445 a.C. e 6.4.32
d.C.): 445 a.C. a 32
d.C 476 anos (AC 1
até DC 1 = 1 ano) 476
x 365 173.740 dias
Aumento dos anos
bissextos 116 dias (3
a menos em 4
séculos) 14 de março
a 6 de abril 24 dias
TOTAL 173.880 dias
(Considerar que o
ano do século (100,
200, 300, 400...) não é
bissexto, exceto
quando divisível por
400. Na
transformação para
dias do nosso
calendário, o ano
passa a ser de 365
dias Quando
conquistou Babilônia
em 535 AC, Ciro o
Persa imediatamente
libertou os judeus.
Isso havia sido
profetizado 150 anos
antes em Isaías
44.24-45.6 e se
cumpriu em Esdras
1.1-4. Mas, de acordo
com Neemias 2.1, o
decreto para
reconstruir Jerusalém
foi dado no primeiro
mês do 2ª anos de
seu reino pelo Rei
Artaxerxes da Pérsia
(Março de 445 AC em
nosso calendário,
cerca de 90 anos
depois). Exatamente
483 anos depois
disso, o Senhor
Jesus andou em
Jerusalém, montado
em um burro, aos
brados de “Hosanna”,
no único dia de Sua
vida em que permitiu
aos Seus seguidores
proclamarem-No Rei
de Israel, cumprindo a
profecia de Daniel até
quanto ao dia! O
hebraico de 9.25 O
chama de Prnícipe
Messias, denotando o
fato de que Ele vinha
como o Filho Ungido
do Rei e ainda não
havia sido Ele mesmo
coroado Rei. Em
Lucas 19.41-45, Ele
lembrou o povo da
natureza específica
desta profecia.
Enquanto se
aproximava de
Jerusalém e viu a
cidade, ele chorou
sobre ela e disse,
“Ah! se tu
conhecesses
também, ao menos
neste teu dia, o que à
tua paz pertence! Mas
agora isto está
encoberto aos teus
olhos. Porque dias
virão sobre ti, em que
os teus inimigos te
cercarão de
trincheiras, e te
sitiarão, e te
estreitarão de todos
os lados; E te
derrubarão, a ti e aos
teus filhos que dentro
de ti estiverem, e não
deixarão em ti pedra
sobre pedra, pois que
não conheceste o
tempo da tua
visitação.” Ele os
considerou
responsáveis por
conhecer Daniel
9.24-27. Poucos dias
depois, Ele estendeu
essa
responsabilidade a
nós. “Quando, pois,
virdes que a
abominação da
desolação, de que
falou o profeta Daniel,
está no lugar santo;
quem lê, atenda;
Então, os que
estiverem na Judéia,
fujam para os
montes” (Mat
24.15-16). A nós
também é exigido
entender Daniel 9. E
depois das sessenta
e duas semanas será
cortado o Messias,
mas não para si
mesmo; e o povo do
príncipe, que há de
vir, destruirá a cidade
e o santuário, e o seu
fim será com uma
inundação; e até ao
fim haverá guerra;
estão determinadas
as assolações (9.26).
Primeiro vieram 7
semanas (49 anos) e
então 62 semanas
(434 anos) num total
de 69 semanas ou 483
anos. No final desse
período seu Messias
seria executado
(literalmente
destruído ao fazer um
concerto) não tendo
recebido nada da
honra, glória e
benção que as
Escrituras Lhe
prometeram, e o povo
de um governante por
vir destruiria
Jerusalém e o
Templo. Os Israelitas
seriam espalhados e
a paz fugiria ao
mundo. Todos
sabemos que Jesus
foi crucificado,
estabeleceu o Novo
Concerto no
processo, e 35 anos
mais tarde os
romanos lançaram a
tocha na cidade e no
Templo, destruindo a
ambos. Os judeus
sobreviventes foram
forçados a fugir por
suas vidas e, nos
2000 anos seguintes,
creio que nenhuma
geração escapou de
se envolver em uma
guerra de algum tipo.
Então algo estranho
aconteceu: O Relógio
do Céu parou. 69 das
70 semanas tinham
passado e tudo o que
foi profetizado para
acontecer durante
esses 483 anos havia
passado, mas ainda
havia uma semana (7
anos) faltando. Há
pistas no Antigo
Testamento de que o
relógio parou várias
vezes antes na
história de Israel,
quando por uma
razão ou outra, eles
estavam fora da terra.
E no Novo
Testamento também
nos são dadas pistas
de que, enquanto
Deus está lidando
com a Igreja, o tempo
deixa de existir para
Israel (Atos 15.13-18).
Mas a indicação mais
clara é que os
eventos preditos em
Daniel 9.27
simplesmente ainda
não ocorreram. E ele
firmará aliança com
muitos por uma
semana; e na metade
da semana fará
cessar o sacrifício e a
oblação; e sobre a
asa das abominações
virá o assolador, e
isso até à
consumação; e o que
está determinado
será derramado sobre
o assolador (9.27).
Aqui está a 70ª
semana que faltava,
mas antes de
tentarmos entendê-la,
vamos relembrar uma
regra de gramática
que ajudará a tornar a
nossa interpretação
correta. A regra é
esta: Os pronomes se
referem ao nome
anterior mais
próximo. Sendo “Ele”
um pronome pessoal,
refere-se à pessoa
anterior mais
próxima, neste caso o
“príncipe que há de
vir”. Então um
governante que virá
do meio do Antigo
Império Romano
(União Européia?)
firmará um tratado de
7 anos com Israel que
lhes permite construir
um Templo e
restabelecer seu
sistema de adoração
do Antigo Concerto. 3
anos e meio depois,
ele violará esse
tratado
estabelecendo uma
abominação que faz o
Templo ficar
desolado, pondo um
fim à adoração deles.
Essa abominação traz
a ira de Deus abaixo
sobre ele e ele será
destruído. A maneira
mais óbvia pela qual
podemos saber que
essas coisas ainda
não aconteceram é
que o sistema judaico
de adoração do
Antigo Concerto
requer um Templo e
não existe um desde
70 AD, quando os
romanos o
destruíram. Alguns
dizem que esta
profecia se cumpriu
durante a destruição
romana, mas a
maioria acredita que
ela ainda é futura,
parcialmente causa
do termo Abominação
que causa Desolação
(ou Abominação da
Desolação). Ele é um
insulto específico a
Deus que aconteceu
somente uma vez
antes. Antíoco
Epifânio, um
poderoso rei sírio,
havia atacado
Jerusalém e entrado
na área do Templo em
168 AC. Lá ele
sacrificou um porco
no altar do Templo e
erigiu uma estátua do
deus grego Zeus com
sua própria face no
Lugar Santo. Ele
então exigiu que
todos a adorassem
sob pena de morte.
Isso tornou o Templo
inadequado para
adorar a Deus e irritou
tanto os judeus que
eles se revoltaram e
derrotaram os Sírios.
Esse evento está
registrado na história
judaica (1º Macabeus)
onde é chamado de
Abominação que
causa Desolação.
Uma limpeza
subseqüente do
Templo é celebrada
até hoje na Festa do
Hanukkah. Paulo nos
advertiu de que nos
últimos dias um líder
mundial se tornaria
tão poderoso que
exaltaria a si mesmo
acima de tudo que é
chamado deus ou é
adorado e entrará no
Templo se auto
proclamando Deus (2
Tes 2.4). Em Apo
13.14-15 nos é dito
que ele terá erigida
uma estátua de si
mesmo e exigirá que
todos a adorem sob
pena de morte. Em
Mat 24.15-21 Jesus
diz que a Abominação
da Desolação
mencionada por
Daniel dará início à
Grande Tribulação,
um período de tempo
com 3 anos e meio de
duração, que coincide
com a última metade
da 70ª semana de
Daniel. Sendo as
similaridades entre
esse evento futuro e
aquele da história tão
óbvias, a maioria dos
eruditos são
persuadidos que um
aponta para o outro,
já que nada nos anos
intermediários se
encaixa tão
completamente.
Breve e Muito Breve
Talvez devido à
devastadora Guerra
no Oriente Médio, um
novo líder em breve
surgirá em cena. Com
grande carisma
pessoal e um plano
para terminar todas
as guerras, ele
cativará e controlará
o mundo. Uma vez
que todos os crentes
terão recentemente
desaparecido da
terra, ele não terá
dificuldade em
persuadir a maioria
dos habitantes
remanescentes de
que ele é o Messias
prometido, o Príncipe
da Paz. Ele irá pasmar
e assombrar a todos
com feitos de
diplomacia e
conquista, até mesmo
fazendo coisas
sobrenaturais. Mas
quando ele declare
ser Deus, todo o
inferno será liberado
na terra e 3 anos e
meio dos mais
terríveis tempos que a
humanidade já
conheceu ameaçarão
sua própria
existência. Mas antes
que eles sejam todos
destruídos, o
verdadeiro Príncipe
da Paz retornará e
derrotará seu
impostor. Ele
estabelecerá seu
reino na terra, um
reino que nunca será
destruído nem
deixado para outro.
Tendo dado Sua vida
para acabar com a
transgressão, por um
fim ao pecado, expiar
a maldade e trazer
eterna retidão, e
tendo cumprido todas
as visões e profecias
bíblicas, Ele ungirá o
Lugar Santíssimo e
receberá toda a
honra, glória e
bênção que as
Escrituras Lhe
prometeram. Israel
finalmente terá seu
Reino restaurado e
viverá em paz com
Deus em seu meio
O sonho
1. O surgimento dos
quatro animais: 7:1,
8;
2. A visão do Tribunal
e o Julgamento: 7:9,
12;
3. A vitória do Filho
do Homem: 7:13, 14.
A Interpretação do
Sonho
1. A interpretação dos
quatro animais: 7:15,
18;
2. O quarto animal e o
chifre pequeno: 7:19,
25;
3. O Julgamento do
Grande Tribunal _ O
Reinado Eterno de
Cristo: 7:26, 28
. Analisando os
animais segundo uma
visão
histórico-profética,
temos
Leão com asas de
águia e mente de
homem. Representa a
Babilônia, que
dominou os hebreus
de
586 AC a 539 AC.
Conforme certos
achados
arqueológicos, essa
figura leonina alada
era uma espécie de
símbolo nacional, que
era representada por
uma figura com
cabeça humana e
corpo de leão.
Representava o régio
poder. As asas de
águia (considerava-se
a águia, a rainha das
aves), representam o
poderio do rei
Nabucodonozor
especificamente.
Quando as asas são
retiradas, representa
basicamente o que
aconteceu com o rei
que foi retirado do
seu poder e se
tornado como as
feras do campo
(capítulo quatro).
Interliga-se com o
sonho da estátua, no
tocante à cabeça de
ouro (capítulo dois). *
Urso que se levantou
sobre um dos lados,
com três costelas na
boca. Representa o
império Medo-Persa,
que subjugou a
Babilônia. O
levantar-se sobre um
dos lados representa
que um dos lados
desse duplo império
se sobressairia ao
outro, como de fato
aconteceu, pois a
elite dessa nova
potência vinha da
Média (Dario, o Medo,
também chamado
CIRO, era da Média e
foi o primeiro
imperador desse
império). As três
costelas representam
as três potências
conquistadas por ele
(Babilônia, Lídia e
Egito). * Leopardo
com quatro cabeças e
quatro asas.
Representa o império
grego de Alexandre
Magno, conquistador
macedônico. As
quatro asas são seus
quatro generais
(Lisímaco,
Cassandro, Seleuco e
Ptolomeu) que
ligeiramente
dominavam o mundo
na faixa que incluía a
região da Grécia,
Egito e até a Índia.
Após a prematura
morte de Alexandre,
os quatro generais
foram os quatro
cabeças de quatro
dinastias que
surgiram da
fragmentação do
império do jovem
conquistador, a
saber: 1. Lisímaco:
Ficou com a Trácia e
a Betínia; 2.
Cassandro: Ficou
com a Grécia e a
Macedônia; 3.
Seleuco: Ficou com a
Babilônia e a Síria; 4.
Ptolomeu: Ficou com
a Palestina, Egito e
Arábia. Dois desses
generais nos chamam
especial atenção
pelos expoentes que
houve em suas
descendências.
Historicamente,
temos o seguinte:
=>Seleuco: Originou a
dinastia Seleucida,
que teve um dos
destaques em
Antioco IV Epífanes,
cuja história é
relatada no livro
apócrifo de I
Macabeus. É uma
prefiguração do
Anti-Cristo, pois
ofereceu sacrifícios
pagãos no Templo de
Jerusalém com carne
de porco (animal
impuro pelas leis
mosaicas) e colocou
imagens de Júpiter
Olímpico (Zeus, para
os gregos) no interior
do Templo, conforme
profetizado por Daniel
no capítulo nove,
verso vinte e sete (O
Abominável da
Desolação).
=>Ptolomeu: Teve
destaque em uma
descendente sua de
nome Cleópatra,
amante de Julio
Cesar, e após o
assassinato deste, de
Marcos Antônio,
ambos generais e
figuras de grande
vulto do então
poderoso império
romano. Suicidou-se
com a picada de uma
Áspide. * Animal
terrível, espantoso,
sobremodo forte, com
unhas de bronze e
dentes de ferro, com
dez chifres grandes e
um pequeno que
derribava três dos
maiores e proferia
blasfêmias
Representa o Império
Romano, que
esmagava, devorava,
fazia em pedaços e
pisava aos pés o que
sobejava.
Conquistava tudo
com as armas de
ferro e nada poupava.
Os dez chifres (na
simbologia hebraica,
chifres representam
força e poder como o
de um touro),
representam dez
reinos com dez reis
que surgirão com a
fragmentação do
império romano. É
importante notar o
fato que por
aproximadamente mil
e quinhentos anos, o
total de nações e
potências que tem
coexistido no
território do antigo
império, sempre foi
em número de dez,
aproximadamente.
Como uma
continuação da
civilização romana,
esses reinos ou
nações coexistirão
entre o primeiro
julgamento (versículo
nove), a vinda de
Cristo, e o segundo
julgamento
(versículos treze e
quatorze). O fato dos
dez reinos com dez
reis se levantarem do
quarto império,
parece indicar que o
quarto animal, no
caso, o império
romano, não deixou
de existir.
Recomeçando tudo
na Europa, como
antes. 2. Dentre esses
dez reinos se
levantará um
indivíduo (o chifre
pequeno – O
Anticristo) que terá
domínio total sobre
os dez reis (Dn 7:8, 24
– Ap 13:1, 10 – 17:3).
Quando ele
conquistar sua
autoridade, três dos
dez reis serão
derribados. Essa
autoridade final sobre
o “Império Romano”
renascido, será
exercida por alguém
que é marcado pela
blasfêmia, pelo ódio
ao povo de Deus,
pelo desprezo à lei e
à ordem estabelecida,
o qual continuará por
três anos e meio (Dn
7:26). Essa forma
final de poder
mundial afetará todo
o globo terrestre.
Mais à frente, Daniel
faz mais uma alusão
ao Anticristo, como o
“Príncipe que há de
vir” (Dn 9:26). Para